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A ANP aprovou o pedido feito pela Statoil e a PPSA para adiar a apresentação do plano de avaliação da descoberta (PAD) do poço 4-BRSA-971B-SPS, no bloco BM-S-8. O plano contemplará a extensão do reservatório para área não contratada.

Agora, as companhias poderão apresentar o PAD até 90 dias após o fim dos estudos do MME sobre os parâmetros que serão utilizados na contratação da área unitizável. Os estudos estão previstos numa resolução publicada pelo CNPE em março deste ano e devem levar seis meses para serem concluídos.

A exigência da apresentação de um PAD para a área se deve à ausência de dados e informações suficientes para avaliar a extensão da jazida compartilhada. Há a possibilidade de que o consórcio assine um pré-acordo de individualização da produção para a área que será estudada.

De acordo com a ANP, mesmo que os estudos sobre a contratação da área unitizável cheguem à conclusão de que a área precisará ser licitada, o consórcio precisará conduzir um PAD na região. O CNPE é responsável por decidir se a área que se estende para além da concessão poderá ser incluída no modelo de contratação simplificada e assumida pelo consórcio atual.

A previsão é que a área unitizável do BM-S-8 seja licitada em 2017, juntamente com as áreas unitizáveis de Sapinhoá, Tartaruga Verde e Gato do Mato. No final de julho, a Statoil comprou a participação da Petrobras no bloco e assumirá a operação assim que obtiver o parecer da ANP sobre o farm-in.

O BM-S-8 também é estudado por meio do PAD de Carcará, válido até 2018.

Brasil Energia Óleo e Gás 

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