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A Chariot está processando os dados 3D adquiridos no Brasil e na Namíbia. As campanhas foram encerradas no primeiro trimestre deste ano, e os dados estão sendo processados e interpretados internamente pela companhia.

A petroleira explicou que aproveitou a queda nos preços dos serviços para realizar as campanhas no Brasil e na Namíbia, capitalizando as reduções de custos das outras petroleiras.

“A Chariot foi uma das poucas companhias de exploração que conduziu programas de sísmica 3D nos últimos meses”, destacou a empresa.

No caso do Brasil, a campanha foi realizada pela Polarcus e cobriu todos os blocos da companhia na Bacia de Barreririnhas, na Margem Equatorial. A petroleira inglesa estima um potencial de 300 milhões a 500 milhões de barris de óleo nos blocos, e a previsão é que a campanha de perfuração na região seja iniciada após os resultados dos levantamentos.

Mesmo com o fim da campanha, a Polarcus conseguiu aumentar a utilização da frota no segundo trimestre deste ano. Entre abril e junho, companhia registrou uma taxa de utilização de 91%, aumento na comparação com os 79% do primeiro trimestre de 2016 e crescimento também em relação aos 80% do segundo trimestre do ano passado.

No período, a companhia teve 76% da frota atuando em sísmicas contratadas e 15% em atividades multicliente. Outros 9% estavam em trânsito.

Brasil Energia Petróleo - 07/07/2016

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