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Operadoras e EAD debatem tecnologia avançada para o pré-sal

As tecnologias geofísicas avançadas para caracterização e monitoramento permanente de reservatórios das áreas do pré-sal foi o tema do debate que reuniu representantes de três operadoras e de três empresas de aquisição de dados em um painel especial no último dia da OTC Brasil 2013, realizada de 29 a 31 de outubro no Rio de Janeiro.

O intercâmbio de visões, demandas e observações foi iniciado por Paulo Johann (Petrobras) que destacou os desafios da caracterização de reservatórios nos campos de petróleo do pré-sal da costa brasileira.

Por sua vez, Luiz Braga (CGG) apresentou as tecnologias sísmicas e não sísmicas importantes oferecidas pela CGG para exploração e produção de óleo e gás do pré-sal.

Na mesma linha, Guillaume Cambois, da PGS, também falou sobre as tecnologias que sua empresa dispõe para encarar os desafios exploratórios do pré-sal.

Craig Beasley (WesternGeco) salientou as implicações dos recentes avanços da tecnologia marítima com mais medições e mais fontes.

Representando a Repsol-Sinopec Brasil, Diana Sineva falou sobre as tecnologias sísmicas 3D multi-azimute para os reservatórios do pré-sal na Bacia de Campos.

E, por fim, Kanglin Wang, da Shell, discorreu sobre sísmica 4D instantânea (i4D) para o monitoramento de reservatórios offshore.

O encontro foi encerrado por um debate entre os participantes que responderam perguntas da plateia.

 


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