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  (i) a Chevron não foi capaz de interpretar corretamente a geologia e a fluidodinâmica local, apesar de haver 62 poços perfurados no Campo de Frade, e avaliou, de maneira equivocada, o modelo de pressão de reservatório N560 na região onde ocorreu o kick;

(ii) a sobrepressurização do trecho do reservatório atingido pelo poço em perfuração foi causada pela própria Chevron, através do poço injetor 8-FR-29D-RJS, o que gerou artificialmente as condições para que o acidente se concretizasse;

(iii) a empresa desconsiderou os resultados de testes de resistência de formação de três poços perfurados anteriormente na mesma região, os quais indicariam a necessidade de alteração do projeto;

(iv) a Chevron contrariou seu próprio manual de controle de poços, ao utilizar uma incerteza de pressão de poros inferior ao estabelecido para um poço investigativo; (v) o assentamento da última sapata com pouca profundidade (600 metros do leito marinho), na situação que se apresentava, contribuiu para que o descontrole do poço pudesse ter como consequência o vazamento através do solo marinho;

(vi) apesar de haver fortes indícios de um underground blowout, a Chevron demorou em reconhecer a situação, o que implicou na adoção inicial de metodologia ineficaz para controle do poço. Tivesse a Chevron identificado o underground blowout imediatamente, o volume de óleo liberado no mar teria sido significativamente menor.

Dessa forma, não restam dúvidas de que, caso a Chevron tivesse gerido corretamente as incertezas da geologia, executado as análises de risco em conformidade com a regulamentação e respeitado premissas básicas de segurança, o acidente poderia ter sido evitado.

Por fim, informamos que o relatório completo da investigação será divulgado no site da Agência amanhã (20/07/2012), para que a sociedade brasileira tome plena ciência dos fatos e que a indústria do petróleo adote as medidas cabíveis para evitar ocorrências similares.

Assessoria de Imprensa da ANP - 19/07/2012
 
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