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Abpip propõe leilão de farm-out parcial da Petrobras

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A Abpip apresentou nesta quarta-feira (26/11) uma proposta para viabilizar e ampliar a participação dos produtores independentes na produção onshore nacional.

A ideia, levada à público pelo secretário-executivo da entidade, Anabal Júnior, durante painel na Brasil Onshore, passaria pelo farm-out parcial da Petrobras em campos terrestres com produção inferior a 1.000 barris/dia.

A Petrobras tem hoje mais de 200 ativos nessa situação que produzem, juntos, algo em torno de 60 mil barris/dia. A proposta contempla a venda de 51% da participação da empresa nessas áreas, onde ela ainda continuaria sócia.  Na estimativa da entidade, essa venda – que segue o modelo adotado pelo governo para os aeroportos – poderia gerar investimentos da ordem de US$ 2 bilhões.

painel-brazil-onshore-divulgaçãoPresente ao debate, o gerente-executivo de E&P Norte e Nordeste da Petrobras, Mauro Mendes, defendeu a atuação da petroleira em campos com esse nível de produção. Segundo ele, esses ativos têm grande rentabilidade já que possuem infraestrutura instalada e os investimentos foram amortizados.

"Para nós a produção de 1.000 barris/dia é muito importante. A atividade onshore sempre será prioridade para a Petrobras. São projetos de rápido retorno. Nós precisamos fazer uma boa gestão nesses campos. São um ótimo negócio", comentou.

A inércia do governo federal para criar uma política para pequenos e médios produtores independentes de petróleo, previsto na elaboração do marco regulatório do pré-sal, em 2010, gerou a proposta da Abpip. Além de realização de leilões blocos exploratórios com regularidade, a associação defende que as rodadas para áreas marginais sejam feitas de uma só vez, licitando os cerca de 50 campos que estão nas mãos da ANP.

"Esse é um leilão que a maioria das empresas vai sair perdendo. Licitando tudo de uma só vez pode ser que tenha um resultado um pouco melhor. Nós estamos atrasados. Precisamos fazer nosso dever de casa. A Colômbia veio aqui, fez o dever de casa, e hoje está melhor. Se nós não fizermos nada, na próxima edição desse evento, teremos que parabenizar o México", concluiu Anabal.

Energia Hoje - 26/11/2014 - Por Felipe Maciel, de Natal (RN) - Foto: Divulgação

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