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Prefeitura do Rio conclui mapeamento subterrâneo

A Prefeitura do Rio concluiu no início de agosto o mapeamento das redes subterrâneas do centro da cidade. A partir de agora, empresas que fizerem obras na região poderão solicitar informações para evitar acidentes.

O projeto, que já deveria ter sido implantado há mais de um ano, poderá evitar o desperdício que acontece, por exemplo, quando o asfalto recém implantado precisa ser aberto para uma nova obra.

Logo depois de uma nova camada de asfalto ser colocada no Humaitá, na Zona Sul, um buraco foi aberto ali mesmo pela Cedae. A falta de comunicação entre as concessionárias gera confusão e desperdício, mas há algo ainda mais preocupante.

Quando um novo buraco é aberto na cidade nem sempre se sabe o que há por baixo. Os cadastros de cada empresa precisam ser atualizados, e não há troca de informações entre elas.

Apenas a Cedae estima que existam mais de 10,2 mil quilômetros de redes de água e de esgoto espalhados pelo subsolo. Uma distância equivalente a que separa o Rio de Berlim, na Alemanha. A Light calcula que a rede de cabos ultrapasse os 19 mil quilômetros de extensão.

Depois da explosão de vários bueiros, a prefeitura decidiu - há dois anos - apressar um antigo projeto que tornaria o Rio a primeira cidade do país a ter um cadastro único do subsolo.
Por enquanto, o primeiro mapa digital integrado do subsolo do Rio de Janeiro unificando as informações da Cedae, Light, Ceg, Oi e Embratel continua sendo uma promessa. O prazo para a conclusão dos trabalhos venceu há quase trêsmeses e os velhos problemas de sempre continuam sem solução.

A Secretaria Municipal de Conservação informou que o mapa digital do subsolo está sendo financiado pelas concessionárias e que prazo de implantação foi prorrogado porque por causa da complexidade do projeto. O prazo para os cadastros das empresas sejam integrados é de dois meses.

Veja a reportagem.

G1 - 05/08/2013 - com informações do RJTV

 


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