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HRT reduz 'significativamente' programa exploratório no Solimões

A empresa de petróleo e gás HRT revisou o programa exploratório na Bacia do Solimões, na Amazônia, reduzindo "significativamente" o programa, ao mesmo tempo que criou um comitê especial para avaliar potenciais vendas de ativos, combinações estratégicas ou fontes adicionais de capital, segundo comunicado divulgado ao mercado nesta segunda-feira (1º).

De acordo com a nota, a decisão de reduzir o programa exploratório na região foi tomada "em virtude dos recentes resultados".

O comunicado desta segunda da HRT informa ainda que o plano de transição do Campo de Polvo, na Bacia de Campos, também foi avaliado tendo como meta concluir a transferência da operação do campo no quarto trimestre de 2013.

Em maio, a petrolífera HRT fechou contrato de compra e venda com a BP Energy do Brasil para adquirir 60% de participação no Campo de Polvo no valor de US$ 135 milhões.

O mesmo comunicado traz também informações sobre o programa de perfuração na Namíbia, tendo constatado que o poço Murombe-1 está sendo perfurado à frente do cronograma previsto e com custos inferiores. O poço deve ser concluído no início de agosto.

O Grupo HRT é composto por uma das maiores empresas independentes de exploração e produção de óleo e gás natural do Brasil. A HRT Participações possui oito principais subsidiárias: a IPEX (Integrated Petroleum Expertise Company Serviços em Petróleo Ltda.), a HRT O&G Exploração e Produção de Petróleo Ltda., a HRT Netherlands B.V., a HRT África Petróleo S.A., a HRT América Inc., a Air Amazônia Serviços Aéreos Ltda. e a HRT Canada Inc.. A companhia detém 55% de participação em 21 blocos exploratórios localizados na Bacia do Solimões. A HRT também é operadora de dez blocos exploratórios na costa da Namíbia: oito blocos na sub-bacia de Orange e dois blocos na sub-bacia de Walvis.

Em maio, a HRT informou ter reduzido seu prejuízo para R$ 99 milhões no primeiro trimestre de 2013, frente a um resultado negativo de R$ 140 milhões no trimestre anterior.

OGX

Também nesta segunda-feira, a OGX, petroleira do empresário Eike Batista, informou que os poços atualmente em operação no campo de Tubarão Azul não terão sua produção aumentada e poderão parar de produzir ao longo de 2014.

"A Companhia concluiu que não existe, no momento, tecnologia capaz de tornar economicamente viável o desenvolvimento dos campos de Tubarão Tigre, Tubarão Gato e Tubarão Areia. Diante desse fato, a Companhia submeterá à ANP requerimento no sentido de suspender o desenvolvimento dos campos acima indicados", diz o comunicado.

Do G1, em São Paulo - 01/07/2013

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