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A presença diferenciada da Petra Energia

Empresa 100% brasileira, especializada na exploração de novas fronteiras de hidrocarbonetos, a Petra Energia se caracteriza pela inovação tecnológica e de métodos exploratórios que elevam a produtividade e possibilitam alta geração de valor, sempre respeitando o meio ambiente e as comunidades locais.

Assim se autodefine a empresa do grupo STR, presidido pelo empresário pernambucano Roberto Viana Batista e tendo como CEO o economista Winston Fritsch. Em entrevista ao Portal Geofísica Brasil, por e-Mail, a empresa comentou sobre suas atividades exploratórias e deu detalhes sobre seus planos futuros para o mercado de óleo e gás no Brasil.

Qual é o portfolio atualizado de concessões de óleo e gás da Petra Energia no Brasil?

A Petra detém a concessão de 24 blocos na Bacia do São Francisco (70.393 km², 100% de participação), um bloco na Bacia do Amazonas (2.900 km², 100% de participação), sete blocos na Bacia do Parnaíba (6.376 km², 30% de participação), 15 blocos na Bacia do Tucano Sul (2.665 km2, 100% de participação) e quatro blocos na Bacia Pernambuco-Paraíba (1.578 km2, 70% de participação). Nos blocos da Bacia do Parnaíba já há produção em curso. Os demais blocos estão em fase exploratória.

Sobre a 11ª Rodada: A Petra Energia foi a segunda maior participante, arrematando 28 blocos, pelos quais se comprometeu a pagar R$ 111,5 milhões de bônus de assinatura e pretende desembolsar mais ainda: 185.475 Unidades de Trabalho e R$ 745,5 milhões no Programa Exploratório Mínimo. Estes planos continuam firmes ou sofreram mudanças? 

Quanto à 11ª rodada da ANP, a Petra vai concentrar sua presença nas bacias do Tucano Sul e Pernambuco-Paraíba. A empresa realizou a entrega dos pagamentos e das garantias para a totalidade de 19 blocos, sendo 15 blocos na bacia do Tucano Sul e 4 blocos na bacia Pernambuco-Paraíba, cujos contratos foram assinados no dia 17 de setembro, de acordo com cronograma determinado pela ANP.

Os 9 blocos da Bacia do Parnaíba inicialmente arrematados na Rodada 11 foram devolvidos. A Petra e seus investidores consideraram mais correto focar seus esforços onde a empresa tem presença diferenciada, especialmente no Tucano Sul onde ganhou 15 dos 16 blocos que disputou e na bacia de Pernambuco-Paraíba onde adquiriu a totalidade dos blocos onde bidou com 70% de interesse.

Poderia detalhar os planos exploratórios da empresa para seus novos ativos nas bacias do Parnaíba, Pernambuco-Paraíba e Tucano Sul?

Vamos agora realizar todo o planejamento cuidadoso para que os trabalhos avancem de maneira adequada nas bacias Pernambuco-Paraíba e Tucano Sul, cumprindo rigorosamente todos os prazos previstos nos contratos de concessão.

Na Bacia do Parnaíba, em parceria com a OGX operadora, a Petra tem sete blocos exploratórios e um campo de produção de gás. Qual é a produção atual? Como esta produção está sendo monetizada?

A produção gira em torno de 4 milhões de m³ por dia e é vendida à UTE Parnaíba, que possui atualmente quatro turbinas operando.

Como a crise da sua parceira OGX está afetando os ativos da Petra na Bacia do Paranaíba? Há possibilidade de vocês ou eles fazerem farm-in ou farm-out?

Foi realizado um requerimento junto ao CADE, seguindo procedimento regulatório que compõe parte de uma operação; porém ainda existem vários outros pontos a serem cumpridos até a conclusão efetiva da negociação, tanto regulatórios quanto gerenciais e jurídicos (parte da "due dilligence" e diversas condições); isso leva meses e muitas vezes não se chega à conclusão de venda (chamado de "closing"). Enquanto não existe o "closing" nada muda nos ativos e/ou SPE; então tudo segue normalmente enquanto os procedimentos estão sendo realizados. Ou seja, só será possível dizer que houve efetivamente a venda quando e se houver o "closing" que depende de diversos procedimentos, a exemplo do CADE.

Sobre a Bacia do São Francisco, como estão as pesquisas exploratórias? Quantos poços foram perfurados? Qual foi o resultado? Ainda vão perfurar mais poços? 

A Petra já perfurou ao todo 26 poços exploratórios na Bacia do São Francisco sendo um total de 21 poços com descobertas. Estudos técnicos estão sendo realizados para caracterizar com mais precisão a natureza dos reservatórios e para definir quais as melhores alternativas para o contexto geológico do São Francisco.

Quanta sísmica foi feita? Ainda tem planos para fazer mais sísmica no São Francisco? 

Foram adquiridos 21 mil quilômetros lineares de sísmica 2D. A empresa está ainda estudando a necessidade de futuras aquisições tanto de 2D quanto de 3D.

Há perspectivas de iniciar a produção de gás no São Francisco a partir de quando?

Somente após a elaboração do plano de avaliação de descobertas, que terá início após o atual período exploratório, é que será possível definir com exatidão o volume e a comercialidade do gás encontrado.

Após oito anos de pesquisas e análises na busca de produzir gás na Bacia do São Francisco, qual a visão e a expectativa da Petra Energia sobre esta bacia?

A Bacia do São Francisco apresenta grandes desafios tecnológicos e econômicos. A Petra tem buscado parcerias estratégicas em Minas Gerais e nos Estados Unidos, especialmente buscando novos métodos exploratórios capazes de superar a complexidade geológica desta bacia.

Na Bacia do Amazonas a primeira fase do PEM acaba em 2014: O que já foi ou está sendo feito? Quais os planos para este bloco?

Foram adquiridos 520 quilômetros lineares de sísmica e os dados estão sob análise para definição dos próximos passos.

Como estão os quadros profissionais da Petra? Quais os geólogos e geofísicos seniores que estão atuando na empresa?

A Petra Energia tem um quadro de profissionais seniores e juniores de altíssimo nível, porém informações sobre o quadro de funcionários são de caráter restrito.

Quais as perspectivas de se abrirem novas vagas para a contratação de jovens geofísicos, geólogos e engenheiros do petróleo juniores ou mesmo estagiários para as novas áreas da empresa?

A contratação de jovens geofísicos, geólogos, engenheiros do petróleo juniores e estagiários ocorre de acordo com as demandas de cada um dos projetos da empresa.

 


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