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Gás de Folhelho

Vamos ter uma revolução do gás de folhelho no Brasil?

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Não convencionais ganham destaque em eventos

Com a aproximação da 12ª Rodada de Licitações da ANP, prevista para o final de novembro, pelo menos três eventos técnicos abordando o tema da exploração e produção de recursos não convencionais foram realizados no Rio de Janeiro no início do mês. A licitação será dedicada ao desenvolvimento do mercado de gás natural (convencionais e não convencionais) em áreas terrestres.

O objetivo comum dos eventos foi trocar informações e ajudar de forma mais estruturada o avanço da indústria de gás não convencional no país, ou "shale gas", que no Brasil é traduzido como gás de folhelho. O público participante de alto nível contou com a presença de empresas operadoras, de serviço, pesquisadores e profissionais envolvidos com o tema, interessados em entender o problema e em distinguir mitos da realidade.


ABGP: Exploração não convencional começará pelas bacias maduras

O Brasil tem muita possibilidade de encontrar gás em áreas terrestres e por haver muitos poços já perfurados, o gás não convencional deve acontecer primeiramente nas bacias maduras do Recôncavo Baiano e de Sergipe-Alagoas. A afirmação é da diretora-geral da ANP, Magda Chambriard, na palestra de abertura do workshop Recursos não Convencionais, promovido pela Associação Brasileira de Geólogos de Petróleo (ABGP).

A presidente da ABGP, Silvia dos Anjos (Petrobras), disse que o evento superou as expectativas da organização. "Conseguimos ter palestras sensacionais que nos trouxeram mais para a realidade dos não convencionais. Foram apresentados dados muito realistas, mostrando problemas de poços secos, as dificuldades existentes, histórico de outros países, dos prêmios, etc" comentou Silvia, acrescentando: "Vamos selecionar os sweet spots e entrar nesse ramo, se entrarmos, de uma forma mais científica e mais tecnologicamente avançada. E esse evento nos deu essa visão."

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EAGE/SBGf: Fraturamento de reservatórios carbonáticos foi o centro dos debates

A Sociedade Brasileira de Geofísica (SBGf), em parceria com a EAGE (Associação Europeia de Geociências e Engenharia), promoveu o workshop "Fraturas em reservatórios convencionais e não convencionais". A reportagem do Geofísica Brasil não teve acesso ao recinto do encontro, mas o pesquisador britânico Patrick Corbett (Hariot Watt University), co-chairman do evento concedeu, por e-mail, esta entrevista.

O objetivo de unir academia e indústria numa discussão de alto nível em um workshop sobre reservatórios fraturados foi atingido? Porque?

O workshop teve a participação de 70 pessoas de operadoras, companhias de serviço e academia, sendo aproximadamente um terço de cada. Para um pequeno grupo de especialistas este é um equilíbrio certo com a maioria dos presentes tendo experiência prática em reservatórios fraturados. Parece que há pouca expertise nesta área no Brasil e, na que existe – como a rede de pesquisa da Petrobras – o segmento foi bem representado.

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Empresa apresenta tecnologias para fraqueamento hidráulico

A companhia Packer Plus, fornecedora de instrumentos utilizados no fraqueamento hidráulico na produção de recursos não convencionais promoveu no dia 6 de novembro, no Rio de Janeiro, o seminário "Tecnologia de Fraturamento em Multiestágios para Recursos Não Convencionais".

A geóloga Susan Nash (Ph.D.), diretora de Educação e Desenvolvimento Profissional da AAPG (American Association of Petroleum Geologists), trouxe uma visão geral dos desafios que as operadoras encontram no desenvolvimento e na perfuração, completação e produção de 'plays' não convencionais.

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