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ANP investirá R$ 157 mi em projetos de óleo e gás no Pará

O Brasil tem, ao todo, 38 bacias sedimentares, 29 com potencial para a exploração de petróleo e gás, sendo que três delas estão no Pará: Amazonas, Foz do Amazonas e Pará-Maranhão. O estado, inclusive, aparece com destaque na carteira de investimentos da Agência Nacional de Petróleo (ANP), que tem projetos orçados em R$ 157 milhões, em especial nas regiões nordeste, oeste e uma parte do sudeste paraense.

A informação foi confirmada nesta quinta-feira, 26, pela superintendente adjunta da ANP, Marina Abelha, durante o Painel "As oportunidades da cadeia produtiva de petróleo e gás e as perspectivas para o desenvolvimento econômico e social do Pará", promovido pelo Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Indústria, Comércio e Mineração (Seicom), no auditório Albano Franco, da Federação das Indústrias do Estado do Pará (Fiepa).

Profissionais das mais diversas áreas, empresários e demais interessados compareceram ao evento, cuja pauta esteve focada no desenvolvimento econômico e social do Pará, a partir das perspectiva de geração de insumos energéticos e na criação de uma agenda local para petróleo e gás natural, que têm nos Estados Unidos, hoje, seu maior exportador, segundo o professor Mario Vicente Caputo, consultor da matéria.

Incentivo - Os campos do Azulão e Japiim, na bacia do Amazonas, somados a descobertas dos campos de petróleo de Jubilee (em Gana) e Zaedyus (na costa da Guiana Francesa) incentivam a intensificação da exploração na Margem Equatorial Brasileira e confirmam o potencial do Pará no setor. "E a ANP está investindo continuamente em estudos geolígicos e geofísicos para aumentar o conhecimento sobre o potencial petrolífero de bacias de fronteira, incluindo diversos projetos no estado do Pará", diz ainda Marina Abelha.

As possibilidades oriundas do petróleo e gás são muitas, mas precisam ser adequadamente trabalhadas. Na cadeia petrolífera, não há espaço para a informalidade. Todo o processo deve ser legalizado e profissionalizado, segundo avalia o coordenador da área de Petróleo e Gás do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae-RJ), Antônio Batista.

"Trabalhamos a qualificação nas empresas em que ela não existe. E onde existe, desenvolvemos ainda mais a organização. O que sugerimos é fortalecer o setor naval do Pará, com foco na cadeia do petróleo. Sabemos da riqueza que existe no estado e essa riqueza precisa ser explorada", acrescenta Batista.

O professor Juan Hoyos, representante da Universidade Federal do Pará no painel, informou que a iniciativa abre portas para o desenvolvimento e casa com o projeto da instituição que visa "introduzir, em todos os cursos acadêmicos, a dinâmica do empreendedorismo e da inovação. Queremos que nossos alunos se tornem empreendedores e agentes de desenvolvimento".

"Esse Painel é a chance que temos de desenhar com competência de que forma o Pará quer se inserir nesse setor, além de colher as contribuições de parceiros aqui presentes, dos especialistas, do setor produtivo, para o arranjo de negócios que pretendemos para o futuro", complementou o titular da Seicom, secretário David Leal.

O "Painel de Gás & Petróleo" foi promovido pela Seicom em parceria com a Associação dos Municípios do Nordeste Paraense (Amunep), Federação das Indústrias do Estado do Pará (Fiepa), Universidade Federal do Pará (UFPA), Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Pará (Crea-Pa) e Associação dos Municípios do Arquipélago do Marajó (AMAM).

Agência Pará de Notícias - 26/09/2013 - Sergio Augusto - Seicom


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