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Segundo a Resolução Nº 4.427, publicada pelo Banco Central em 25 de junho, os bancos terão que se modernizar e passarão a usar Sistemas de Informação Geográfica (SIG) e imagens de satélites, aviões e drones para monitorar empréstimos superiores a 300 mil reais – já no início do próximo ano – e acima de 40 mil reais a partir de julho de 2016.

Acesse aqui a íntegra da Resolução Nº 4.427, de 25 de junho de 2015.

Além de fiscalizarem as propriedades com imagens, os bancos terão que informar ao Banco Central as coordenadas geográficas dos empreendimentos financiados.

Por outro lado, os bancos que não optarem pela fiscalização por sensoriamento remoto terão que fazer vistoria presencial em todos os empreendimentos financiados, sem a possibilidade de usarem amostras. Hoje, a forma como os bancos fazem a fiscalização é através de visitas ‘in loco’, por amostragem, para avaliar se os mutuários do Proagro estão aplicando corretamente os recursos obtidos através de empréstimo.

A Resolução gera uma urgência na definição das ferramentas que serão usadas para o monitoramento e também para a capacitação dos  profissionais que vão fazer uso de tal tecnologia, o que também se mostra benéfico tanto para as empresas e profissionais do setor de Geotecnologia como para a sociedade em geral.

Geoprocessamento no setor bancário: desafios e oportunidades

Se você já se deu conta do porte deste projeto e das oportunidades que serão geradas, então inscreva-se no seminário online desta terça-feira (21/7) às 14h30 (horário de Brasília).

Os palestrantes serão Eduardo Freitas, Jefe Rodolfo Pereira da Silva e Fabrício Barbosa, que abordarão os seguintes tópicos:

• Conceitos e tendências do sensoriamento remoto e SIG
• Um mundo de imagens: satélites, aviões, VANTs...
• Sistema online de consulta de propriedades rurais
• Validação do CAR no software livre QGIS
• O que vem por aí...

A inscrição no seminário online é gratuita, mas as vagas são limitadas:.

Uma nova era para o setor de Geotecnologia e Agronegócio

As Geotecnologias já é uma realidade em diversos setores da sociedade e os bancos agora dão uma forte guinada na direção da massificação do uso desse tipo de solução. E já que eles utilizam informações Georreferenciadas, nada mais lógico do que aproveitar todo o potencial dos satélites, aviões e drones para a obtenção de imagens, e o poder do Geoprocessamento para o processamento e a análise dos dados.

Esta é uma ótima notícia para todos, desde o proprietário, que terá mais agilidade na concessão do crédito agrícola, passando pelas empresas e profissionais de Geo que terão mais uma frente de trabalho, até os bancos que vão contar com uma poderosa ferramenta de avaliação e registro das informações geoespaciais. E, por fim, a sociedade como um todo já que estamos falando também de instituições bancárias públicas, que pertencem a todos os brasileiros.

Sobre o Instituto GEOeduc

Estamos passando por uma revolução tecnológica global, certamente a mais expressiva em toda a história da humanidade. Por isso, qualquer profissional que esteja em busca de qualificação precisa contar com o que existe de mais atual em metodologias de ensino, para que possa acompanhar o ritmo do mercado.

Foi pensando nisso que criamos um Instituto de qualificação e atualização profissional totalmente diferente de tudo o que existia no mercado, contando com uma plataforma de cursos online em formato inédito no setor geoespacial, com liberdade de horários, material didático de qualidade, muitos exercícios e conteúdos complementares, além do suporte aos alunos por email, skype, telefone, redes sociais e mobile. Além disso, passamos a realizar pesquisas de mercado sob demanda, algo nunca antes feito no setor geoespacial.

Mas somente oferecer cursos e pesquisas ainda não é o bastante, pois queremos ser referência em qualificação e atualização profissional para o setor geoespacial não apenas na América Latina, mas no mundo. Por isso, oferecemos cursos online em português, espanhol e inglês, sejam para iniciantes, usuários ou especialistas nas várias tecnologias e soluções geoespaciais.

Mais informações: www.geoeduc.com / @igeoeduc

Instituto Geoeduc -20/07/2015 

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