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Um simples passeio pela região mineradora e siderúrgica de Minas Gerais mostra a degradação ambiental em todas suas formas: uma forte contaminação atmosférica associada a um passivo ambiental visível nos solos e águas, onde a fiscalização fica muito aquém do esperado.

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Comentários   

#2 Roberto C. Villa-Boa 28-11-2015 12:08
Muito oportunas as observações do Jardim. COMPLEMETARIA, sugerindo aos colegas a leitura de artigo recente "The RISK, PUBLIC LIABILITY, & ECONOMICS of TAILINGS STORAGE FACILITY FAILURES "de L.N.Bowker & D.M. Chambers July 21, 2015,disponivel para download gratis na INTERNET sobre, DOCUMENTADAS, pressoes do mercado, ou seja PRODUZIR A QUAQUER CUSTO, aproveitando preços de venda favoráveis, e QUE SEMPRE CODUZIRAM ao ocorrido ,ou seja, ROMPIMENTO DE BARRAGENS , como, agora, com a Samarco.
Isso ,para nao dizer da inexistência de PLANO EMERGENCIAL , do tipo APELL PARA AMINERAÇAO, disponível no portal do CETEM ou da UNEP.
O que dizer, então, neste despreparo comentado pelo Jardim, sobre o TRANSPORTE DE SUBSTANCIAS QUIMICAS TOXICAS utilizadas pelas industrias em geral , MINERAÇAO em particular !!
Saudaçoes, Villas-Boas
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#1 Julio Vaz 28-11-2015 08:24
Parabéns Prof. Wilson, o seu texto está muito bom e objetivo. Agora, literalmente, o Brasil vive num Mar de Lama. Sempre as empresas aliadas do poder público desdenharam as atividades acadêmicas de cada área, que falam da prevenção e soluções. Vão sempre recorrer as Academias de fora do Brasil. O que falta é vergonha na cara dos nossos governantes. É uma Lama de deboche com o filho(a) da Terra. Tentam e com relativo sucesso passar um diploma de Burro para todos os nossos acadêmicos, infelizmente. Ainda vai rolar muita Lama com as multas...
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