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Na última semana, vários municípios da região oeste do Estado de Mato Grosso têm aparecido nos noticiário devido à situação de emergência. A região vem sofrendo com enchentes e a ainda há relatos de moradores sobre blocos de rochas que teriam rolado montanha a baixo.

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Comentários   

#3 Oscar Paulo Gross Braun 03-02-2016 22:59
3 - Esta inépcia interesseira mata milhares de cidadãos. Esses prefeitos e políticos confrades são autores de assassinatos coletivos tão ou mais cruentos do que ações terroristas. É assim que devem ser vistos. Teriam que ser punidos como tal. Mas ficam incólumes, ricos e descansam suas cabecinhas torpes sem nenhum remorso.
Não é, pois, meu jovem colega, uma questão de administração pública equipada com competentes equipes técnicas, sistemas de alarme, etc. É uma simples questão moral no cumprimento das leis de ordenação urbana, assim como a correta identificação do crime e dos culpados e sua punição exemplar.
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#2 Oscar Paulo Gross Braun 03-02-2016 22:58
2 - Quem quer morar na zona de inundação de um rio ou num talude instável é problema dele? Não. É um problema social. É uma questão de humanidade. Os administradores públicos são pagos pela população para lhes dar segurança.
Apelo às autoridades administrativas, como este do colega, é pregar no deserto. A intensa e desordenada ocupação do solo nas zonas de crescimento urbano é que é responsável pelos efeitos desastrosos. E isto sim é de responsabilidade das autoridades administrativas. É uma questão moral e criminal. A concentração urbana, principalmente de baixa renda, é do interesse dos políticos na formação do seu potencial eleitoral. São populações dependentes do que entendem como "favores políticos". Se ocorrerem desastres, os prefeitos decretam calamidade pública e requisitam verbas de emergência. Verbas para obras sem licitação e sem controle contábil.
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#1 Oscar Paulo Gross Braun 03-02-2016 22:57
Comentário dividido em partes:
1- Os chamados "desastres naturais" que têm vitimado milhares de pessoas nas últimas décadas são resultados de fenômenos meteorológicos recorrentes. Não são propriamente desastres na origem. São processos erosivos normais. Porém, são desastrosos para os moradores de locais que são atingidos pelos fenômenos. O risco inerente aos locais pode ser perfeitamente identificado, como já são de amplo conhecimento nas regiões serranas, inclusive, no caso de Petrópolis, que tem análises técnicas de algumas décadas. Embora ainda polêmico, pode até ser que os fenômenos tenham se intensificado, mas as áreas de risco são as mesmas.
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