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Ao não adquirir nenhum bloco exploratório novo, a grande perdedora da 13ª Rodada da ANP foi a Petrobras. Uma companhia de petróleo integrada está “seriamente doente” quando não investe mais em exploração. 

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Comentários   

#5 Sergio Freire 15-10-2015 12:22
Realmente o leilão foi um fracasso. Basta ver os números. Com exceção de alguns blocos em Parnaiba, Sergipe-Alagoas, Potiguar, Reconcavo e Espirito Santo, as demais áreas são de baixissimo potencial ou de dificil execução devido a problemas ambientais. O proprio IBAMA afirmou em consulta publica, que em Jacuipe ia ser muito dificil liberar licença. Tudo isto explica a falta de apetite das majors. Ainda mais quando a ANP vem unitizando campos pelo simples fato de estarem no mesmo bloco. Ou seja, incentivo zero. Muito tem que ser repensado no modelo.
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#4 Carlos J. Abreu 13-10-2015 10:52
Concordo cem por cento como Zalan. A Petrobras teria que entrar nem que fosse com uma participação mínima. Será que a E&P; não convenceu o Presidente economista "bancário" e o Conselho de Administração a entrar nesse leilão?
Outra possível explicação: Ordens da Presidenta, que não perde a oportunidade de errar.
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#3 marcmop 10-10-2015 19:48
Interessante os pontos de vista sobre a situação. Eu vejo como draconianas as regras de investimento minimo e dificuldades inexplicaveis na demora das respostas dos orgãos ambientais os principais problemas. E outra coisa essas "regras" deveriam ser flexiveis, principalmente o investimento minimo, de acordo com o valor médio do petróleo no ano atual.
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#2 José Adauto de Souza 10-10-2015 09:05
continuação ...
Então os custos forçosamente serão rebaixados. O maior problema da Petrobras não está baseado nas propinas, mas no subproduto delas: contratos superfaturados e constantemente aditivados (para +, é claro) e aceitação de serviços sem a qualidade necessária no tempo correto. O custo das propinas é de alguns bilhões de dólares, o superfaturamento, atrasos e qualidade abaixo da contratada é de dezenas de bilhões de dólares. Em 2002 se perfurava um poço padrão na plataforma continental com US$5 milhões. Em 2010, só com US$25-30 milhões.
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#1 José Adauto de Souza 10-10-2015 09:05
Não há o que discutir quando se fala em futuro de uma empresa de petróleo: a exploração é que define este futuro. Para a Petrobras, não há muito o que fazer atualmente, pois o financeiro é que dita os investimentos: precisa de retorno imediato e a exploração é retorno a longo prazo.
Por outro lado é muito saudável que outras companhias tenham uma fatia menor do mercado: estas companhias não se sujeitarão às propinas e contratos superfaturados. Estas companhias não são "galinhas dos ovos de ouro" e não tem patrimônio para ser espoliado. continua...
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