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Enquete

Qual a aplicação geofísica de seu maior interesse?
  "Há entre os aficionados da música clássica ocidental o consenso de que Bach, Beethoven e Mozart, não necessariamente nessa ordem, foram os três maiores compositores de todos tempos. Muitos acham que Bach foi o maior dos três, outros acham que foi Beethoven e finalmente há os que acham que foi Mozart.  Na minha modesta opinião, eu acho que a ordem é exatamente Bach, Beethoven e Mozart. A música de Bach é a musica da razão, da lógica, equivalente aos mais belos teoremas da matemática. A música de Beethoven é para o coração, para os apaixonados. E a Música de Mozart é para todos os outros que apreciam música de altíssima qualidade. Eu tenho a coleção completa das músicas de Bach (155 CDs e 45 DVDs), de Beethoven e de Mozart alguns poucos CDs, isto atesta a minha predileção incondicional por Bach. Impressionante é que Bach, em vida, foi um simples artesão de órgãos de igrejas e um modesto professor de música religiosa. A sua genialidade como o maior compositor de todos os tempo só foi descoberta cem anos depois de sua morte! Beethoven foi um gênio sofredor, um misantropo surdo e maltrapilho na velhice. Mozart, uma criança prodígio, fascinou, com suas belas composições, as maiores cortes européias de sua época, entretanto morreu jovem (35 anos), pobre e abandonado. A vida é assim, eles deixam tanto para a humanidade e tiveram tão pouco!" (Rijo)

José Gouvêa Luiz (Faculdade de Geofísica/UFPA)

 

 

Grande Rijo

Homenagem do blog Tremor de Terra

http://lattes.cnpq.br/3148365912720676

Prof. George Sand França (UnB) 

 

 

Turma de 1964

Peço que através do Portal Geofísica Brasil, seja comunicado aos familiares do geofísico Luiz Rijo as condolências do colega Mário Valença da turma de 1964. Cordialmente.

Mário Valença

 

A Geofísica de luto

Meus sentimentos para os familiares do Professor Luiz Rijo. Estou de fiel acordo da perda da geofísica Brasileira perante essa tragédia. Que de fato saibamos valorizar os seus feitos. A geofísica do Brasil está de Luto.

Adson Roque

 

 

Prezados colegas,

 
Em nome da Associação Profissional dos Geólogos de Pernambuco (www.agp.org.br), favor transmitir aos familiares do colega Luis Rijo a solidariedade dos Geólogos de PE, em especial daqueles que tiveram a felicidade de conviver com ele durante o curso, na antiga Escola de Geologia lá na rua do Hospício.

Antonio Christino

 

Perda lamentável

Conheci o Prof. Rijo em 1978 quando fui a Belém fazer o mestrado em geofísica. Ele foi meu orientador e com ele aprendi a gostar ainda mais da geofísica, da matemática, da física, da computação. A atenção e o cuidado com os alunos, e a paixão e amor que tinha por ensinar nos contagiava a todos.

Ainda guardo suas notas de aula de 1978, 1979, 1980, escritas à mão e impressas em mimeógrafo a álcool. Ao saber da causa da morte fiquei ainda mais chocado. Agora são dois geofísicos (Prof. Verma e Prof. Rijo) que morreram por complicações causadas por infecção generalizada após cirurgia.

Recentemente, ao final de 2008, quando ele soube que preparávamos uma proposta para o edital do CNPq de criação do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia de Geofísica do Petróleo, prontamente se dispôs a participar e colaborar em tudo que fosse preciso. A proposta foi aprovada e infelizmente o Prof. Rijo, conforme o chamávamos, não mais está entre nós.

Além do exemplo de professor e pesquisador incansável, ele nos deixou uma homepage onde disponibiliza livros, notas de aulas e exercícios que criou e colecionou nestes 30 anos de atividade docente.

Foi uma grande e lamentável perda em todos os sentidos.

Milton José Porsani - CPGG/UFBA

 

O acadêmico Luiz Rijo

O alagoano Luiz Rijo nasceu em 1942, na cidade de São José da Laje. Graduado pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) em Geologia, em 1965, e Matemática em 1969, PhD pela Universidade de Utah em 1977 com pós-doutorado no período de 1983/1984 pela mesma universidade, atuou como professor titular da Universidade Federal do Pará (UFPA), responsável pela disciplina de Métodos Geofísicos Eletromagnéticos no curso de pós-graduação em Geofísica, desde 1977 até o seu falecimento.

Consultor ad hoc e membro de vários comitês do CNPq, Capes, Finep, Pronex, Adimb. Participou de diversas bancas examinadoras de concursos públicos e de defesa de teses e dissertações. Desenvolvia pesquisas na área dos métodos geofísicos eletromagnéticos aplicados à exploração de petróleo e gás. Foi durante muitos anos Pesquisador 1-A do CNPq, com mais de 60 trabalhos publicados em revistas científicas indexadas e em anais de congressos internacionais.

Foi membro de várias associações científicas, como a Sociedade Brasileira de Geofísica (SBGf), Society of Exploration Geophysicists (SEG), The Institute of Electrical and Electronics Engineers (IEEE), Sociedade Brasileira de Matemática (SBM), Society of Industrial and Applied Mathematics (SIAM) e a American Mathematical Society (AMS). Coordenou diversos projetos de pesquisa apoiados por agências de fomento brasileiras e internacionais. Foi conferencista convidado em diversos eventos científicos e universidades. Como pesquisador visitante da Agência Nacional do Petróleo (ANP) era responsável pelo acompanhamento das pesquisas de em torno de 30 bolsistas. Orientou em torno de 20 dissertações de mestrado e dez teses de doutorado.

Academia Brasileira de Ciências

 

Derivada e integral

Rijo foi professor de matemática, meu e de João Manoel, nos tempos da saudosa Sudene. Entendi com Rijo, pela primeira vez na vida, os conceitos de derivada e integral, além de muitos outros, que foram muito importantes na minha vida profissional.  Rijo foi um amigo especial e diferenciado em tudo que fez. Saudades !! 

Edilton Feitosa

 

O relógio e a luva de boxe

Quero manifestar o meu profundo lamento pelo falecimento do nosso Grande Exemplo e Professor Rijo.

Nunca esqueço e sempre falo para os meus alunos o que o Rijo nos dizia em sala de aula em 1977.

Um professor dele sempre dizia que:  "...Para pregar um prego não precisa de um computador mas, por outro lado, também não é possível consertar um relógio com uma luva de boxe".

Antonio Flavio Uberti Costa

 

 
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