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Plataforma Nacional de Dados GeofísicosA Plataforma Nacional de Dados Geofísicos é um projeto estruturante sob a responsabilidade do Grupo de Geofísica dos Processos Geodinâmicos, Recursos Naturais e Meio-ambiente da Coordenação de Geofísica do Observatório Nacional. O objetivo é agregar iniciativas que compreendam aquisição de dados geofísicos de caráter regional, seu processamento e armazenamento adequado, para uso de seus pesquisadores, comunidade científica e setor produtivo.
Banco de Dados Ambientais para a Indústria do Petróleo – BAMPETRO
O BAMPETRO, com recursos do FINEP, teve início em 2001 e desde 2005 tornou disponível grande acervo de dados ambientais georreferenciados, tais como dados geológicos, geofísicos, dados oceanográficos de natureza física, química, biológica, meteorologia e informações socioeconômicas de áreas de bacias sedimentares off-shore e on-shore brasileiras. O BAMPETRO contou com a participação de pesquisadores de diversas Universidades brasileiras: UFF, UERJ, UFRJ, UENF e constitui hoje ferramenta de grande utilidade para dissertações e teses e ainda na dinamização das obtenções de licenças, estudos e relatórios de impacto ambiental para a indústria do petróleo. O BAMPETRO é um banco de dados especializado no armazenamento, intercâmbio e na divulgação da informação ambiental georeferenciada. É composto por um Portal, uma central de banco de dados e por uma equipe técnica treinada para a coleta, formatação e qualificação dos dados. A área geográfica do banco abrange tanto a porção marinha quanto a porção continental do território brasileiro. O modelo conceitual do Banco de dados BAMPETRO foi elaborado para armazenar informações provenientes de diversas áreas temáticas: oceanografia física, química, geologia, geofísica, biologia, meteorologia e socioeconômica. O BAMPETRO nasceu a partir da concepção de rede cooperativa de P&D criada pela REDEPETRO – Rede de Ciência e Tecnologia Petrolífera do Estado do Rio de Janeiro, que idealizou o projeto BAMPETRO – Banco de Dados Ambientais para a Indústria do Petróleo. O BAMPETRO possui as tecnologias mais conhecidas no mercado de banco de dados. Nossa estrutura de Sistema de Gerenciador de BD(SGBD) utiliza Oracle 10g. com tecnologia desenvolvida pela ESRI, conhecida com plataforma ArcGIS9. Nossa rede é de fabricação Switch Cisco 2950C, com 24 portas 10/100Mbps e uplink de fibra ótica, conectada à rede do Observatório Nacional – ON. A rede de comunicação de dados do ON faz parte da Rede Rio de Computadores e é equipado com equipamentos de fabricação CISCO, incluindo Firewall PIX. A conexão com a rede Internet é feita através de um link de fibra ótica a velocidade de 34 Mbps. A segurança na comunicação de dados é feita pela própria PIX da CISCO, que funciona em dois níveis: Local, com solução da Symantec Enterprise e WAN, utilizando Open-Source. Com esse padrão nossa equipe é capaz de desenvolver trabalhos de geoprocessamento, visualização dos dados, programação, com um modelo oficial, padrão, de segurança. O BAMPETRO hoje possui, cadastrado em seu acervo, mais de 209 tipos de entidades (ou classes) e 2009 atributos (ou medidas). Visite o site do projeto: www.bampetro.on.brPool de Equipamentos Geofísicos do Brasil – PEGBr
O Pool de Equipamentos Geofísicos do Brasil - PegBr, tem com objetivo oferecer suporte instrumental e de pessoal à projetos de pesquisa e desenvolvimento apoiados pela Petrobrás no âmbito da Rede de Estudos Geotectônicos e demais projetos julgados de interesse. O PegBr será instalado no Observatório Nacional, unidade executora do projeto. O projeto de implantação prevê que em outubro de 2008 o pool esteja em funcionamento. O PegBr adquiriu os equipamentos da tabela abaixo, sendo que a maioria já se encontra armazenada no ON.
Além dos equipamentos indicados, foram adquiridos diversos equipamentos de medição e testes, incluindo uma mesa de calibração de sensores Lennartz modelo CT-EW1. O PegBr será submetido a um comitê composto por pesquisadores de instituições pertencentes à Rede de Estudos Geotectônicos e da Petrobrás. O Gerente do PegBr será o responsável por todas as atividades técnicas e administrativas, além de dar suporte aos pesquisadores interessados em se utilizar dos equipamentos do pool. Está previsto a contratação e o treinamento de pessoal técnico para operação de campo e manutenção dos equipamentos. Desenvolvimento instrumental também está previsto. Os dados adquiridos com os equipamentos do pool serão armazenados e disponibilizados após um determinado período de carência. Computadores e sistemas para transferência, armazenamento, gerenciamento e back-up de dados serão adquiridos bem como serão desenvolvidos aplicativos web para acesso e distribuição dos dados após a carência. Os pesquisadores interessados em requisitar os equipamentos do pool devem submeter seus projetos à apreciação do comitê, que decidirá sobre a alocação de equipamentos no caso de conflito de datas. As regras para utilização destes equipamentos estão em fase final de elaboração e serão divulgadas brevemente. A variedade de equipamentos existentes no PegBr permitirá a aplicação de diversas metodologias para a solução de problemas geofísicos e deverá motivar pesquisadores a submeter projetos com esta finalidade. A Rede de Estudos Geotectônicos é Coordenada pelo Dr.Edison José Milani da Petrobrás e o Comitê Científico composto por pesquisadores da USP, UNB, UFRN, UNESP, UFOP e Observatório Nacional. O Pool de Equipamentos Geofísicos do Brasil é coordenado por Sergio Luiz Fontes e Darcy do Nascimento Junior. Participam do projeto Emanuele Francesco La Terra e Maria das Graças Vargas.
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O BAMPETRO, com recursos do FINEP, teve início em 2001 e desde 2005 tornou disponível grande acervo de dados ambientais georreferenciados, tais como dados geológicos, geofísicos, dados oceanográficos de natureza física, química, biológica, meteorologia e informações socioeconômicas de áreas de bacias sedimentares off-shore e on-shore brasileiras. O BAMPETRO contou com a participação de pesquisadores de diversas Universidades brasileiras: UFF, UERJ, UFRJ, UENF e constitui hoje ferramenta de grande utilidade para dissertações e teses e ainda na dinamização das obtenções de licenças, estudos e relatórios de impacto ambiental para a indústria do petróleo.
Compreende a implantação, no Observatório Nacional, do primeiro pool de equipamentos geofísicos no país. Compõe o pool diversos sismógrafos de banda larga e de período curto, equipamentos magnetotelúricos banda larga e de período longo, gravímetros, sistemas GPS, etc. O Pool conta com recursos da Petrobras, por intermédio da Rede de Geotectônica, que é integrada por diversas Universidades e instituições de pesquisas brasileiras e tem como missão a apoiar com infra-estrutura instrumental os mais variados estudos geotectônicos julgados de importância para o Brasil.
Rede Brasileira de Observatórios Magnéticos – REBOM
Com apoio da Petrobras, por intermédio da Rede de Geotectônica, o Observatório Nacional está iniciando a implantação de onze estações sismográficas de banda larga no sul e sudeste do Brasil. Estas estações, que terão também sensores GPS e gravímetros dinâmicos, serão instaladas nas regiões de maior densidade demográfica do país, onde se observa muita atividade sísmica de baixa intensidade. Juntamente com a UFRN, IAG-USP e outras instituições brasileiras, todo o país deverá ser coberto por rede sismográfica, cujos dados transmitidos por satélite, terá o Observatório Nacional como instituição responsável pelo seu armazenamento e divulgação.












