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GêBR lança nova versão
A equipe de desenvolvedores da GêBR, interface livre para processamento de dados sísmicos, lançou a versão a 0.9.16.
O prof. Ricardo Biloti, do Departamento de Matemática Aplicada da Universidade de Campinas, conta quais são as principais novidades dessa versão:
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Suporte experimental à execução de fluxos de processamento em clusters gerenciados pela ferramenta Moab, com é o caso do cluster Netuno da Rede de Geofísica Aplicada. O usuário da GêBR já podia executar fluxos em seu própria máquina ou em máquinas remotas com a mesma facilidade, mas a partir desta versão da GêBR, é possível também executar fluxos em clusters sem nenhuma complicação adicional ou qualquer outro conhecimento.
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Suporte à execução encadeada de fluxos. Ficou fácil submeter para processamento uma séries de fluxos respeitando uma ordem pré-determinada, de maneira que um fluxo inicie sua execução automaticamente apenas quando o fluxo precedente esteja encerrado. Esta funcionalidade está disponível para todos os tipos de máquinas (convencionais ou clusters) suportadas pela GêBR. Este recurso possibilita ao usuário montar vários fluxos de processamento, que precisam ser executados numa seqüência pré-determinada, e os submeta a execução todos de uma vez, deixando sob responsabilidade da GêBR, de fato, iniciar a execução apenas no momento adequado.
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Editor para relatórios integrado com a interface. O usuário da GêBR sempre pode redigir relatórios sobre os fluxos de processamento, ou mesmo sobre seus projetos e linhas de processamento dentro da interface. Entretanto agora temos um editor completamente integrado (antes utilizávamos editores externos) à GêBR. Isto melhora a usabilidade e torna mais agradável a experiência do usuário dentro da GêBR.
 "Para os próximos dias estamos programando o lançamento da nova versão do GêBR Live DVD, a distribuição linux com softwares de processamento pré-instalados, que trará esta nova versão da GêBR", acrescentou Biloti.
Leia também: Um resgate da história da GêBR, por Eduardo Filpo. |