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Tecnologia

Rastreando asteróides antes que eles nos destruam

Astronomos protegem o planeta Terra registrando objetos ameaçadores no espaço, planejando métodos para destruir ou alterar suas trajetórias.

Astrônomos estão buscando e classificando resíduos do espaço que possam significar uma ameaça potencial á Terra. Com 100 toneladas de material atingindo o planeta diariamente, eles elaboram formas de destruir os objetos mais ameaçadores.

Uma opção é provocar colisões alterando sua velocidade. Outro método é a atração gravitacional. Utilizando uma pequena aeronave, os pesquisadores poderão abordar o objeto, usando a atração gravitacional entre a nave e o asteróide para ajustar sua trajetória.

Leia a história completa (em inglês) aqui.

Por dentro da ciência: O que são asteróides.

Asteróides não são iguais a cometas. Estes são essencialmente bolas de neve sujas e grandes. São constituidos por gelo e gases congelados, misturados material rochoso e poeira, e viajam em órbitas ovais, deixando algumas vezes o nosso Sistema Solar. Por sua vez, asteróides são corpos rochosos e metálicos, sem atmosferas, que orbitam o Sol como os planetas, mas são pequenos demais para serem considerados planetas.

Há dezenas de milhares de asteróides unidos nos principal cinturão de asteróides, um anel com forma de rosca localizado entre as órbitas de Marte e Júpiter.

Astrônomos concluem que eles são constituidos de rochas primordiais. A forte gravidade de Jupitar impediram esses pequenos corpos celestes de formarem um planeta quando o sistema solar começou há cerca de 4,6 bilhões de anos atrás.

Impacto profundo

Asteróides e cometas tem colidido com a Terra rotineiramente desde que nosso planeta foi formado a 4 bilhões de anos atrás, embora esses impactos raramente tenham ocasionado catástrofes, pois a maioria desses corpos celestes não é grande o suficiente para isso.

A massa total combinada dos asteróides existentes é inferior à massa da Lua. Ocasionalmente, porém, um grande asteróide, - 400 metros de largura ou maior - atingirá a Terra provocando efeitos devastadores, como a extinção dos dinossauros, por exemplo. Quando um asteróide, ou parte dele, bate na Terra ele é chamado de meteorito. Há dois programas atualmente nos Estados Unidos que realizam uma busca ativa por estes objetos mais próximos. Os programas Near Earth Asteroid Tracking, da NASA, e o Spacewatch, da Universidade do Arizona.

Veja aqui o video desta reportagem que contou com contribuições da American Geophysical Union (AGU) e da American Physical Society

 
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